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A ESCRITA QUE LIBERTA: O GÊNERO DIÁRIO COMO JANELA PARA O AUTOCONHECIMENTO

A escrita que liberta: o gênero diário como janela para o autoconhecimento propõe uma reflexão sensível e necessária sobre o papel da escrita íntima na formação humana, emocional e linguística dos estudantes. A obra destaca o diário como espaço de escuta, liberdade e expressão subjetiva, capaz de acolher sentimentos, angústias, memórias e experiências que, muitas vezes, permanecem silenciadas no cotidiano escolar.
A partir de fundamentos teóricos, literários e de experiências didáticas desenvolvidas com estudantes do Ensino Fundamental, o livro evidencia como a escrita pessoal pode favorecer o autoconhecimento, a autorreflexão e o desenvolvimento da linguagem. Ao aproximar leitura, escrita, afetividade e educação, as autoras defendem práticas pedagógicas que ultrapassem a mera correção gramatical, valorizando a voz do aluno, sua história e sua forma singular de compreender o mundo.
Com linguagem acessível e olhar humanizado, a obra oferece contribuições relevantes para professores, pesquisadores e demais profissionais interessados em práticas de escrita que promovam expressão, acolhimento e transformação pessoal por meio da palavra.
Gilda de Almeida Bastos, Sandra Mara Mendes da Silva Bassani
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